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05.2014 05.2014

Como foi o Nacional de Pokémon 2014

Como foi o Nacional de Pokémon 2014

Na manhã do último sábado, dia 2 de maio, o Espaço Hakka, em São Paulo, foi tomado por treinadores almejando o título de Campeão Nacional. Foram mais de 240 pré-inscritos, porém o número total de jogadores foi ligeiramente menor – 221, sendo 167 da categoria Master, 35 da categoria Senior e 19 da categoria Junior.

Todos receberam uma camiseta exclusiva pela simples participação, além de uma carta promo do Tropius com o logo exclusivo do Nacional e um kit lanche completo que deu forças aos treinadores para as partidas iniciais.

O evento foi grandioso. A decoração estava impecável e fez com que todos entrassem na atmosfera da competição.

Através de uma parceria com a Gaming do Brasil, diversos consoles Nintendo 3DS e Nintendo Wii U ficaram à disposição dos jogadores e convidados ao longo dos dois dias. A parceria também permitiu premiar os segundos colocados de cada categoria e o campeão da Professor Cup com um Nintendo Wii U novinho! ?

Apesar do atraso inicial atribuído ao sistema de gerenciamento de torneio, a organização se esforçou ao máximo para acelerar os processos de emparceiramento das rodadas seguintes. É fato que muito ainda pode ser melhorado e várias ideias estão sendo discutidas nesse sentido.

A abertura do torneio foi apresentada por Fabio Lucindo, o dublador de Ash Ketchum no anime de Pokémon. Sua voz inconfundível deu o tom de motivação que ainda faltava aos treinadores mais jovens.

Durante os dois dias, Fabio foi a atração especial e ficou à disposição dos jogadores para fotos e autógrafos. Ele apresentou cada um dos juízes, que foram muito aplaudidos pelo público: Diego Cassiraga (o juiz principal), Lucas Borges, Felipe Ponce, Paulo Gouveia e Ricardo Syozi.

Jogadores das três categorias fizeram partidas memoráveis e, durante as rodadas, era possível notar que sempre comentavam suas jogadas, erros e acertos e buscavam melhorar suas estratégias.

Ao final do dia, o Top 8 das categorias Senior e Master foi formado, assim como o Top 4 da categoria Junior.

 

Domingão campeão

 

No segundo dia, o salão já estava preparado para que os jogadores Top 8 tivessem total concentração no jogo, com menor impacto externo.

Fabio Lucindo e o juiz principal, Diego Cassiraga, autorizaram o inicio das eliminatórias. Após as disputas terminarem, as finais foram definidas:

Categoria Junior: Rafael Lazari x Gabriel Di Monaco

Categoria Senior: Henrique Bonenti x Thales Tadashi

Categoria Master: Marcelo Xavier x Alex Silva

Foram partidas muito emocionantes. Logo surgiu o primeiro campeão: Gabriel Di Monaco comemorou a vitória na categoria Junior.

Não demorou muito para sair o campeão da categoria Master. Após comprar uma carta Laser e atacar o Terrakion adversário, Marcelo Xavier, que já havia sido vice-campeão no ano passado, finalmente consagrou-se campeão da Master.

Com todas as atenções voltadas para a única mesa restante da categoria Senior, o jogo estava equilibrado, até que Thales Tadashi confirmou sua vitória.

O público invadiu a área de jogo para celebrar com seus campeões e parabenizar também os vices. Fabio Lucindo, a voz de Ash, convidou os jogadores a subirem no pódio e anunciou suas premiações.

Os campeões de cada categoria terão as despesas de passagem e hospedagem pagas para disputarem o Campeonato Mundial em Washington DC, nos Estados Unidos.

Os segundos colocados receberam um console Nintendo Wii U, além de diversos acessórios exclusivos Pokémon. As premiações se estenderam até os oitavos melhores de cada categoria.

Após a cerimônia de premiação, a organização convidou os professores previamente inscritos para confirmarem sua presença na primeira Professor Cup da América Latina! Todos receberam uma moeda exclusiva de Professor e uma camisa polo incríveis, que já valeram a participação.

Até então, a Professor Cup só havia sido disputada nos EUA e Europa. Trata-se de um campeonato que visa premiar e reconhecer os professores que passaram por uma prova muito rigorosa e são reconhecidamente grandes conhecedores de Pokémon.

Como essa foi a primeira Professor Cup na América do Sul, a organização decidiu que fosse aberta a todos os Professores homologados. Existe uma grande escassez de Professores homologados no Brasil e só eles são aptos a serem juízes de torneios Premiére – e essa decisão incentivou mais jogadores a aumentar seu conhecimento de Pokémon.

No próximo ano, a Professor Cup terá exigência de Professor Points – pontos obtidos pela participação em torneios como juiz ou organizador. O juiz da Professor Cup South America 2014 foi Erik Takeuti (foto ao lado), o campeão da categoria Junior de 2013.

O torneio, disputado com apenas 30 cartas ao invés de 60, foi vencido pelo argentino Diego Cassiraga, coincidentemente o juiz principal do torneio Nacional. Não à toa, Diego já foi Top 8 duas vezes em Mundiais. A Professor Cup contou com 27 professores participantes.

A equipe Copag agradece a presença de todos os jogadores que prestigiaram o Campeonato Nacional de Pokémon, que já é um dos torneios nacionais mais notáveis do mundo.

Sabemos que ainda podemos melhorar alguns aspectos, visto que este é apenas o segundo Nacional 100% organizado pela Copag. Mas temos certeza que os jogadores sentiram o avanço e reconheceram os nossos esforços.

Assim como na temporada 2013/2014, continuaremos ampliando o número de torneios pelo Brasil e aumentando a distribuição do produto por todo o país, para que todos tenham acesso de igual maneira.

Caso você tenha alguma crítica ou sugestão de melhoria, conte-nos aqui nos comentários sua experiência no Nacional. Se preferir, você pode também enviar um e-mail para [email protected]. Tenha certeza que iremos considerar todos os comentários! ?

Esperamos ver todos novamente no Nacional de 2015! Continuem treinando e participando de todos os eventos Pokémon. Até lá!

Confira mais fotos do Nacional 2014 em nossa fan page no Facebook

Escrito por: Equipe Copag

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1. Trabalho infantil: A organização não deve se envolver ou apoiar a utilização de trabalho infantil.

2. Trabalho forçado: A organização não deve utilizar ou apoiar trabalho forçado ou compulsório, nem requerer do pessoal “depósi- tos” ou reter documentos originais de identidade no início do trabalho na organização. Todo trabalho, incluindo horas extras, será voluntário.

3. Condições de saúde e segurança no trabalho: A organização deve proporcionar um ambiente de trabalho seguro e saudável e deve tomar medidas eficazes para prevenir acidentes e danos potenciais a saúde dos trabalhadores. Além disso deve promover conscientização sobre questões de saúde e segurança para seus funcionários, incluindo questões relacionadas à prevenção de incên- dio, evacuação de emergência,uso adequado de equipamentos de segurança, primeiros socorros básicos e uso e descarte adequados de materiais perigosos.

4. Liberdade de associação e direito a acordo coletivo: A organização deve respeitar e informar os direitos de todo o pessoal, a formação e associação a sindicatos de trabalhadores de sua escolha e de negociarem coletivamente.

5. Discriminação: A organização não deve realizar ou apoiar a discriminação na contratação, remuneração, acesso a treinamento, promoção, encerramento de contrato ou aposentadoria, com base em raça, nacionalidade, classe social, religião, deficiência, sexo, orientação sexual, responsabilidades familiares, estado civil, associação a sindicato, opinião política, idade ou qualquer outra condição que poderia dar ensejo à discriminação.

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7. Horário de trabalho: A organização deve estar em conformidade com as leis aplicáveis, com os acordos de negociação coletiva (quando aplicável) e com os padrões da indústria sobre horários de trabalho, folgas e feriados públicos.

8. Remuneração e Benefícios: A organização deve respeitar o direito do pessoal a um salário de subsistência e assegurar que os salários pagos por uma semana normal de trabalho devam sempre satisfazer a pelo menos os padrões mínimos legais ou a indústria, ou ao acordo de negociação coletiva (quando aplicável). Os benefícios dos empregados devem ser fornecidos de acordo com os requi- sitos nacionais e locais.

9. Anticorrupção: A organização declara que cumpre com todas as normas e legislação anticorrupção aplicáveis à condução de seus negócios e além disso não apoia ou tolera negócios que não sejam conduzidos de maneira ética e apropriados ou que usam subornos, propinas ou forneçam presentes, favores ou serviços para obter vantagem.

10. Proteção de Informações Pessoais: A organização deve proteger a privacidade e a confidencialidade dos dados pessoais de todas as partes interessadas, tomando as precauções legalmente necessárias para proteger os dados pessoais.

11. Proteção de Propriedade Intelectual: A organização deve proteger a propriedade intelectual de clientes e fornecedores e deve seguir todas as leis de propriedade intelectual aplicáveis.

12. Impacto Ambiental: A organização deve manter um compromisso com programas e práticas ambientais sólidos visando à pre- venção da poluição, gerenciamento de recursos naturais e controle de emissões atmosféricas, incentivando a redução e a reciclagem de resíduos. A mesma deve cumprir todas as leis aplicáveis relacionadas ao meio ambiente e descartar materiais tóxicos de maneira controlada e segura. Para esse fim, a organização deve incentivar a realização de negócios com clientes e fornecedores que se dedi- cam igualmente a buscar esforços contínuos para melhorar a compatibilidade de suas operações com o meio ambiente.

13. Qualidade do Produto: A organização deve produzir produtos de qualidade e seguir requisitos rigorosos através da obtenção de matérias-primas de qualidade provenientes de fornecedores confiáveis.

14. Minerais de Conflito: A organização deve se empenhar em fornecer componentes e materiais de empresas que não usam mine- rais (Tântalo, Estanho, Tungstênio, Ouro) de áreas de conflito que direta ou indiretamente financiem ou beneficiem grupos armados na República Democrática do Congo (RDC) ou nos países vizinhos.

15. Madeira: A organização deve proibir o uso de madeira extraída ilegalmente e produtos derivados dessa madeira em todos os produtos e em suas instalações.

16. Cumprimento das Leis Aplicáveis: A organização deve estar em conformidade com quaisquer leis, regulamentos ou normas locais aplicáveis a seus negócios e os padrões do setor estabelecidos em suas localidades. Em caso de qualquer conflito entre as disposições das leis, regulamentos ou normas anteriores e as disposições deste documento, a que contém os padrões mais elevados deverá prevalecer.

17. Comunicação de Princípios: A organização deve comunicar esses princípios aos funcionários em uma forma oral e escrita apropriada e empreenderá esforços para educar os colaboradores sobre esses princípios periodicamente.

Revisão 01 - 06 de Novembro de 2018

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Com o objetivo de garantir esta missão, nós firmamos compromisso com o Sistema de Gestão da Qualidade – ISO 9001, Sistema de Gestão Ambiental ISO 14001, Responsabilidade Social SA 8000 e o Programa de Melhoria Contínua “Copag Smart Way” inspirado no Sistema Lean Manufacturing.

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