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Uma análise do mundo do Pokémon TCG em 2014

Uma análise do mundo do Pokémon TCG em 2014

Por Edgar Shinagawa

Olá, pessoal! Quem diria que já estamos no finalzinho de 2014? Nem parece que 2015 já está batendo às nossas portas! É tempo de festa, alegria e uma pausa no Pokémon TCG. Por isso, hoje não trago nenhuma dica de deck, mas uma pequena retrospectiva deste ano, assim como minhas expectativas para o ano que vem por aí. Vamos lá? ?

 

Temporada 2013/2014 – Janeiro a Agosto

 

O ano de 2014 para o Pokémon TCG começou nos City Championships. Houve uma grande quantidade de torneios pelo país. Lembro que, em Sorocaba/SP, onde resido, a Copag permitiu a organização de DOIS Cities! Os sorocabanos ficaram maravilhados por terem dois torneios no interior. Infelizmente, um deles coincidiu com a data de um torneio na capital, mas quem disse que isso seria motivo para que algum deles deixasse de fazer sucesso?

Nesta época, eu estava um pouco desanimado com o jogo. No único Regional que joguei em novembro de 2013 eu tinha ido mal. Depois, nos Cities, não havia conseguido nenhum Top – e a mudança para o corte até TOP 8, não importando o número de jogadores, tornava tudo muito mais difícil.

Depois vieram os Regionais. Num deles, tive a felicidade (e muita sorte na moeda) de ser consagrado campeão. Meu report deste torneio pode ser visto aqui.

Algumas semanas depois veio o Nacional, junto à primeira edição da Professor Cup na América do Sul! Neste torneio, deu pra ver como a Copag vem acertando a mão na organização dos eventos.

Além disso, tivemos um grande número de jogadores. Não sou das antigas, mas em 2012 o Nacional teve pouco mais de 100 pessoas. Em 2013, cerca de 150 e, neste ano, fomos mais de 200! É sinal que o jogo vem crescendo.

Logo após o Nacional, decidi me desfazer das minhas cartas e dedicar meu tempo em prol da comunidade, atuando como juiz e auxiliando na organização dos torneios. ?

Mas a temporada não acabava por aí: alguns jogadores brasileiros foram ao Mundial de Pokémon. Aliás, fomos o segundo país com mais representantes, perdendo apenas para os EUA. Como se não bastasse isso, conquistamos o 5º lugar na divisão Junior, com o Rafael Lazari, passando como um trator por cima de todo mundo, parando somente no TOP 8. Parabéns, Rafinha!

Lembrando também de outros jogadores que chegaram bem perto do TOP 8, como o Gustavo Wada, Alexandre Braga, Fábio Lona, Natália Fernandes e Gabriel Semedo. Foi por pouco, galera!

Assim a temporada terminava, junto ao lançamento da coleção XY – Furious Fists (que foi lançada pela Copag no começo deste mês com o nome de XY – Punhos Furiosos) e a rotação das coleções Next Destines, Dark Explorers e Dragons Exalted.

 

Temporada 2014/2015 – Setembro a Dezembro

 

Infelizmente o calendário brasileiro é um pouco defasado em relação ao americano – aliás, não somente o brasileiro, mas praticamente o do mundo inteiro. Assim, todos nós jogamos os torneios com cerca de um mês de atraso em relação aos americanos. Desta forma, nossa primeira leva de Regionais foi realizada em dois formatos distintos (vide a nova regra de validade de torneios), já que a coleção Phantom Forces começou a ser válida dia 26 de novembro.

Por outro lado, foi uma ótima experiência. Normalmente os jogadores brasileiros baseiam suas escolhas de deck em resultados dos americanos. Como o primeiro torneio brasileiro a valer a coleção Phantom Forces ocorreu no mesmo final de semana do americano, pouco se soube sobre os resultados do exterior, tornando a experiência de um novo formato realmente nova e desafiadora.

Além disso, a Copag organizou esta primeira leva de Regionais da temporada de forma a otimizar a viagem dos jogadores. Quem foi para o Rio de Janeiro aproveitou e jogou em Niterói. Mesma coisa com Brasília e Goiânia e Sorocaba e São Paulo. Assim, quem está atrás de CPs (Championship Points) pode jogar mais torneios, gastando bem menos do que antigamente.

Minha participação nesta temporada foi atuar como juiz em um Regional em São Paulo, organizado pela própria Copag e como Head Judge no Regional de Curitiba. Uma atuação que requer bastante responsabilidade.

Por fim, a Pokémon divulgou o novo sistema de convite para o mundial, além do local do torneio. Agora, mais do que nunca, ter uma grande quantidade de CPs é importante – não somente para garantir a vaga, mas para conseguir a viagem paga e também um “passe livre” do primeiro dia de torneio, que, na minha opinião, será a etapa mais difícil do Mundial.

 

Expectativas para 2015

 

A comunidade vem se mostrando em expansão, não somente aqui no Brasil, mas no exterior também. Lembro que num Regional de São Paulo havia um jogador do Acre! Muita gente de cidades do interior também vem comparecendo aos grandes torneios. Não me espantaria se chegássemos a mais de 300 jogadores no próximo Nacional. Tal fato também vem acompanhado do aumento no número de lojistas e blogs especializados em Pokémon TCG.

Não podemos esquecer também que, recentemente, houve o lançamento do jogo Omega Ruby & Alpha Sapphire para o Nintendo 3DS, que servirá de base para as próximas coleções de Pokémon TCG. Aliás, a primeira coleção desta série já saiu no Japão, com o nome de Gaia Volcano & Tidal Storm, chegando ao ocidente em fevereiro de 2015 com o nome de XY – Primal Clash. Esse novo bloco introduziu uma nova mecânica, além de um novo tipo de arte para as cartas.

Em relação ao próximo Mundial, certamente teremos novamente uma presença massiva de brasileiros disputando o torneio. Estamos na torcida por uma boa colocação novamente e, por que não, um título! ?

É isso, pessoal. Assim encerro minha participação aqui no site em 2014. Um Feliz Natal e um ótimo 2015, com muitos Top Draw a todos vocês. Até o ano que vem!

 

Escrito por: Equipe Copag

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2. Trabalho forçado: A organização não deve utilizar ou apoiar trabalho forçado ou compulsório, nem requerer do pessoal “depósi- tos” ou reter documentos originais de identidade no início do trabalho na organização. Todo trabalho, incluindo horas extras, será voluntário.

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7. Horário de trabalho: A organização deve estar em conformidade com as leis aplicáveis, com os acordos de negociação coletiva (quando aplicável) e com os padrões da indústria sobre horários de trabalho, folgas e feriados públicos.

8. Remuneração e Benefícios: A organização deve respeitar o direito do pessoal a um salário de subsistência e assegurar que os salários pagos por uma semana normal de trabalho devam sempre satisfazer a pelo menos os padrões mínimos legais ou a indústria, ou ao acordo de negociação coletiva (quando aplicável). Os benefícios dos empregados devem ser fornecidos de acordo com os requi- sitos nacionais e locais.

9. Anticorrupção: A organização declara que cumpre com todas as normas e legislação anticorrupção aplicáveis à condução de seus negócios e além disso não apoia ou tolera negócios que não sejam conduzidos de maneira ética e apropriados ou que usam subornos, propinas ou forneçam presentes, favores ou serviços para obter vantagem.

10. Proteção de Informações Pessoais: A organização deve proteger a privacidade e a confidencialidade dos dados pessoais de todas as partes interessadas, tomando as precauções legalmente necessárias para proteger os dados pessoais.

11. Proteção de Propriedade Intelectual: A organização deve proteger a propriedade intelectual de clientes e fornecedores e deve seguir todas as leis de propriedade intelectual aplicáveis.

12. Impacto Ambiental: A organização deve manter um compromisso com programas e práticas ambientais sólidos visando à pre- venção da poluição, gerenciamento de recursos naturais e controle de emissões atmosféricas, incentivando a redução e a reciclagem de resíduos. A mesma deve cumprir todas as leis aplicáveis relacionadas ao meio ambiente e descartar materiais tóxicos de maneira controlada e segura. Para esse fim, a organização deve incentivar a realização de negócios com clientes e fornecedores que se dedi- cam igualmente a buscar esforços contínuos para melhorar a compatibilidade de suas operações com o meio ambiente.

13. Qualidade do Produto: A organização deve produzir produtos de qualidade e seguir requisitos rigorosos através da obtenção de matérias-primas de qualidade provenientes de fornecedores confiáveis.

14. Minerais de Conflito: A organização deve se empenhar em fornecer componentes e materiais de empresas que não usam mine- rais (Tântalo, Estanho, Tungstênio, Ouro) de áreas de conflito que direta ou indiretamente financiem ou beneficiem grupos armados na República Democrática do Congo (RDC) ou nos países vizinhos.

15. Madeira: A organização deve proibir o uso de madeira extraída ilegalmente e produtos derivados dessa madeira em todos os produtos e em suas instalações.

16. Cumprimento das Leis Aplicáveis: A organização deve estar em conformidade com quaisquer leis, regulamentos ou normas locais aplicáveis a seus negócios e os padrões do setor estabelecidos em suas localidades. Em caso de qualquer conflito entre as disposições das leis, regulamentos ou normas anteriores e as disposições deste documento, a que contém os padrões mais elevados deverá prevalecer.

17. Comunicação de Princípios: A organização deve comunicar esses princípios aos funcionários em uma forma oral e escrita apropriada e empreenderá esforços para educar os colaboradores sobre esses princípios periodicamente.

Revisão 01 - 06 de Novembro de 2018

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