Olá a todos, sou Nicolás Galaz, jogador chileno de Pokémon TCG desde 2013!
Minha temporada 2018-2019 é uma das mais bem sucedidas para mim em termos de conquistas. Tudo começou com o primeiro torneio da temporada, o Mundial, em Nashville, onde fui eliminado no top 8 contra o meu pior matchup possível: Malamar, enquanto eu jogava com Buzzwole. Apesar disso fiquei muito feliz pelo resultado e querendo fazer uma boa temporada, comprei bastante tarde a inscrição para o primeiro Regional da nossa área: Balneário Camboriú.
Sem muito testar, porque eu estava estudando para a faculdade, eu cheguei um dia antes do torneio com a ideia de jogar de Rayquaza ou Zororoc, porém conversei com meu amigo Gustavo Wada, e ele me mostrou um deck que Lucas Araujo trouxe para ele, Baby Buzzwole/Weaville. Testei à noite com meus amigos chilenos, fiquei convencido, embora no dia 1 eu tenha tido muitos problemas porque havia muitos Buzzwole/Garbodor. No entanto, fui para o dia 2 com um recorde de 6/2/1. No dia seguinte, obviamente, muito cansado me vi em uma situação muito ruim, a maioria dos decks eram Baby Buzzwole/Garbodor. Ainda assim, tive um empate por causa do tempo (só me faltava um turno para ganhar), porém enfrentei 2 Zororoc e 1 Rayquaza, vencendo os 3 e tendo um empate intencional na última rodada, para garantir o Top 8. No top, enfrentei um amigo que jogava as mesmas 60 cartas que eu, porque teste com ele também na tarde anterior, Damian Anile. Em 3 jogos muito bons e longos, que duraram até o último turno do tempo, ganhei, garantindo meu primeiro Top 4 da temporada. No Top 4, enfrentei aquele que venceria o torneio, Breno Santos, com Baby Buzzwole/Garbodor.
Depois de ter conseguido este excelente resultado, eu estava competindo diretamente pelo top 4 para o Internacional da Oceania, que é a única viagem paga que sempre tento ganhar a todo custo, porque é muito caro viajar sem a ajuda de custo. Portanto, depois de um top 16 no Special Event de Santiago, eu precisava de um bom resultado no próximo grande torneio, o Internacional da América Latina.
Com o resultado preliminar do maior torneio do Japão, teve um deck que me chamou a atenção, que foi Granbull. Comecei a testá-lo assim que consegui a lista e, com algumas modificações que fiz, estava com o deck pronto para o Internacional. Eu estava muito confiante no meu deck e comecei o torneio muito bem, indo 4-0. Ao mesmo tempo, meu amigo Javier Gamboa, com os mesmos 60 cards, também estava 4-0. Na quinta rodada, eu enfrentei o primeiro deck muito difícil de bater, Zorocontrol de Joe Ruettigar, e que toda a equipe do DDG estava usando. Perdi em jogos muito próximos por 2-1, onde com o meu Pegador de Pokémon, tirei mais de 5 “coroas” até conseguir nocautear o Alolan Muk dele. Depois, empatei com o Lucas Araujo jogando com spread, e perdi para o Tord Reklev. Uma mirror match que me deixou chateado devido ao fato de que, de um momento para o outro, eu estava com 4-2-1 e precisando vencer todas as seguintes.

Enfrentei um Kyurem Branco, muito favorável para mim, e estava com 5-2-1. Na última rodada, o pior jogo possível, contra um deck exatamente igual ao meu de um amigo e membro da minha EquipeLatam, Diego Cassiraga. Ganhei o primeiro jogo porque peguei o prêmio primeiro, e no segundo, ganhei por acabar o deck dele, porque conhecia as 60 cartas cartas e ele havia gastado algumas trocas com Zebstrika. Com isso, avancei novamente para o dia 2 com um recorde de 6-2-1. Vendo os decks que estavam no dia 2, eu não estava muito confiante de que eu poderia fazer top 8, porque a maioria era 50/50 ou pior. Cheguei a estar 3-0-1 numa situação de “win and in” para ir ao top 8 contra outra mirror match! Abri 1-0 e novamente ganhei o segundo jogo por acabarem as cartas do meu oponente. Essa estratégia serviu para que eu avançasse para o Top 8. Nesta rodada, enfrentei Caleb Gedemer, com Zorocontrol. Depois de ficar 1-1, Caleb no terceiro jogo cometeu um erro crucial, no qual colocou meu Zebstrika como ativo, mas não tinha dano suficiente para o nocaute, pegando o prêmio ilegalmente. Ele sofreu uma penalidade de Carta de Prêmio Dupla, com acabaria por me dar a vitória. No Top 4, enfrentei outro Zorocontrol, que me venceu muito facilmente por 2 a 0. Mas, depois do torneio meu adversário sofreu DQ, e eu fiquei em segundo lugar, ganhando o prêmio de viagem para a Austrália!
Depois, joguei muitos eventos especiais onde não passei do top 16, para finalmente chegar à Austrália, onde joguei Pikarom, um deck que Pedro Torres me ensinou, terminando o dia 1 com recorde 6-2-1 novamente, algo muito recorrente em mim como podem ver (hahaha) No dia 2, tive azar, péssimos matchups e mãos ruins, então terminei no top 32; mas o mais importante é que recebi estipêndios para o Internacional da Europa.
O Regional seguinte foi de Fortaleza e pela primeira vez, eu tinha o deck decidido antes do torneio, Pikarom, que vinha jogando desde a Austrália. No dia do torneio, comecei muito mal, perdendo a primeira para o Zororoc/Lucario. Depois disso, me recuperei e terminei 7-2, perdendo a última rodada do dia 1 para o Gustavo Wada. No dia 2, ganhei 2 rodadas e perdi 1, então enfrentei Guto novamente, que me concedeu, porque ele estava garantido no top 8. Optei por empate intencional na última rodada e estava novamente no Top 8 de um Regional. Infelizmente, encarei um matchup muito desfavorável para mim, que foi Zororoc/Lucario, perdendo por 2-0.
[Tirando o Internacional da Europa] Essa é minha temporada até agora. Estou ansioso pelo próximo Regional de São Paulo, para poder repetir ou melhor meu Top 8 do ano passado!
(Texto escrito antes do Internacional da Europa)
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