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 Autor: Antonio Faillace
Antonio é um grande fã da Disney desde a infância e joga TCGs desde muito jovem. Por isso, Disney Lorcana foi a combinação perfeita para ele. Desde o lançamento do jogo, Antonio é apaixonado por Disney Lorcana e compartilha essa paixão com toda a comunidade de jogadores no Brasil por meio de seus artigos.
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Olá, pessoal!
Depois do nosso recap do DLC (que se você não leu pode conferir
nesse link), hoje vamos falar das combinações de tintas e dos arquétipos que fizeram sucesso no torneio!
Vamos apresentar como foi o panorama geral tanto no Day1 como no Day2, e identificar quais foram as tendências e baralhos de maior sucesso no evento!
O FORMATO CORE CONSTRUCTED
Antes de mais nada, vale lembrar que o formato jogado no DLC foi o
Core Constructed, ou seja, as edições da 5ª até a 12ª eram válidas, a saber:
• Coleção 5:
Shimmering Skies• Coleção 6:
Azurite Sea• Coleção 7:
Archazia's Island• Coleção 8:
Reign of Jafar• Coleção 9:
Fabled• Coleção 10:
Whispers in the Well• Coleção 11:
Winterspell• Coleção 12:
Wilds UnknownNo caso,
Wilds Unknown foi a única adição em relação ao DLC anterior, realizado nos dias 25 e 26 de abril. Contudo,
Wilds Unknown sem dúvida trouxe muitas ferramentas importantes que mexeram em algumas peças no metagame, como veremos a seguir.
O PRIMEIRO DIA - MUITOS ARQUÉTIPOS, MAS UM CLARO FAVORITO
Foi muito gratificante ver no primeiro dia de evento, no sábado, que mesmo com um metagame bem estabelecido, os
Illumineers não deixaram de tentar e inovar. Vimos
todas as combinações de tintas representadas no evento, embora claramente tenhamos uma “favorita” do público entre elas:
A combinação
Amber-Emerald, representada basicamente pelas variações do arquétipo de
Dogs, foi sem dúvida a “queridinha” dos
Illumineers, representando praticamente
1 a cada 4 participantes do DLC.
O fato de ser um baralho que reúne
velocidade e
consistência com certeza influenciou na popularidade. Foi, também, o baralho que venceu o DLC anterior no Brasil, o que naturalmente também atrai mais atenção dos
Illumineers.
O que impressiona, também, foi como a combinação se manteve a mais popular nos dois DLCs (confira a análise do metagame do DLC de Abril
nesse link). Mesmo o arquétipo sendo bem conhecido e estabelecido, aparentemente não se chegou a nenhum baralho que especificamente “batesse de frente” com o
Dogs, fazendo com que mantivesse quase a mesma popularidade entre os eventos.
Mas claro, popularidade não é tudo - baralhos competitivos são mensurados pela
consistência. Vamos então analisar como foi o Day2 do evento!
O SEGUNDO DIA - SEPARANDO OS MELHORES RESULTADOS
Para se qualificar ao segundo dia, os
Illumineers precisavam atingir 18 pontos nas 8 primeiras rodadas. Cada rodada vale 3 pontos, ou seja, era necessário atingir 18 pontos de 24 possíveis, ou 75% do total.
A qualificação para o segundo dia de evento, portanto, exigia
6 ou mais vitórias em 8 rodadas, o que permite então uma seleção de resultados realmente relevantes entre os
Illumineers que seguiram jogando.
Vamos então analisar a proporção do Day 2 do evento:
Com a tabela acima, podemos ter uma visão clara dos decks de mais
destaque nesse DLC.
Não surpreendentemente,
Amber-Emerald manteve-se no topo, mostrando que sim, os
Dogs combinam popularidade com consistência competitiva, aumentando consideravelmente a proporção, indo de 24% do Day1 para incríveis 31% do Day2! Fazendo uma aproximação matemática meio “grosseira”, daria pra dizer que
Amber-Emerald foi de 1 a cada
quatro Illumineers do Day1 para 1 a cada
três Illumineers do Day2.
Mas não apenas
Amber-Emerald mostrou força!
Amethyst-Sapphire, ou
Blurple, como é carinhosamente conhecido (combinando as cores em inglês “blue” e “purple”, também mostrou muita consistência, saindo de 15% para 27% do metagame.
Amethyst-Sapphire é um dos poucos arquétipos que consegue jogar “de igual para igual” contra
Dogs, então seu segundo lugar é bem merecido.
No terceiro lugar, uma grata surpresa, que acabou sendo a “sensação” do evento:
Ruby-Sapphire Actions, combinando aqui as duas versões utilizadas - basicamente, usando as cartas do rockstar
Powerline, e também um número maior de canções, ou dando preferência a mais Actions de baixo custo, mas dedicando menos slots para personagens.
O que mais impressiona é que o arquétipo saiu de cerca de 5% do metagame no Day1 (ou seja, aproximadamente
1 a cada vinte Illumineers) para cerca de 17% do Day2 (ou seja, aproximadamente
1 a cada seis Illumineers). Em outras palavras, não foi um baralho conhecido ou utilizado por muitos participantes, mas em geral a média de vitórias do baralho foi bem alta, com vários
Illumineers que optaram pela combinação chegando ao Day2 da competição.
ENTENDENDO O METAGAME
Espero que nosso artigo de hoje tenha ajudado a estabelecer bem os arquétipos que se sobressaíram no DLC São Paulo de Julho, e indicado os caminhos seguintes do metagame!
No próximo artigo, analisaremos a lista do
campeão do DLC, Chris Oyola, para entender como se adaptou e enfrentou um metagame que, como vimos, estava lotado de outros
Dogs, e baralhos que parecem ter vantagem contra
Dogs.
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Um abraço, até mais!