| Por Rafael Fuchs
Saudações prezados leitores!
(O Birch já correu) O Pokemon TCG tem alguns possíveis formatos de decks, podendo citar o Standard, Expanded (Os dois principais), Legacy e Unlimited (Ambos podem ser considerados “for fun”, ou seja, não há torneios oficiais nesses formatos). O Standard que é o principal formato é definido anualmente pela Pokemon Company, não segue uma regra ou um padrão (Ex; Não rotacionam religiosamente 3 coleções por ano), e só temos a confirmação mesmo com o anúncio da TPCI. O formato anunciado desta temporada 2015-2016 era XY-ON (com algumas adições de decks temáticos e produtos promocionais), ou seja, toda coleção a partir de XY1 em diante, valia nos torneios conforme fossem sendo lançadas, segundo regras globais ou locais. A próxima temporada será jogada como “XY5-ON”, ou seja, tudo depois de Conflito Primitivo. O formato Expanded permanece BW-ON, ou seja, tudo do bloco de Black&White em diante vale. Laser, Virbank, Landorus EX, Exeggcute, Virizion EX ,Genesect EX, Dark Patch, Darkrai EX, Keldeo EX, Blastoise Deluge… É um formato para matar a saudade e ter um baita desafio por que as opções de deck são INFINITAS. E como anualmente algumas coleções saem do bloco “Standard”, dizemos que elas caíram, ou seja, só valem no formato mais expandido. As cartas que caíram, chamamos de rotacionadas e é justamente disso que esse artigo trata: O que perderemos no próximo formato standard. Voltando: Esse ano cairá muita coisa importante, mas algumas cartas já ganharam reprint e é muito importante dizer isso. Yveltal Baby (xy1) e Raichu por exemplo foram relançados em Gerações e por isso não caem, assim como VS Seeker (que saiu originalmente em Força Fantasma) tem sua versão “Shiny” em Céus Estrondosos. E Yveltal EX e Xerneas EX que ganharam reprints promo em latas. Portanto minha lista está excluindo cartas que estão “caindo”, mas que foram relançadas e por isso continuarão no formato. Vale também citar que o meu artigo considerará o cenário atual, ou seja, o que foi oficialmente lançado nos EUA. Há rumores de reprint, há leaks (vazamentos) de cartas da próxima coleção, mas nada oficial. Vale citar também que existe uma possibilidade que não sei dizer se é remota, se é forte, ou se realmente existe, mas no japão foi lançada uma coleção chamada “Premium Championship Pack” que é basicamente uma mini-coleção de reprints de quase tudo que tem de importante nessas coleções que estão caindo. E historicamente no fim de um bloco temos uma “coleção da saudade”, que reprinta boa parte do que tinha de importante e relevante para o formato, como foi com Legendary Treasures em BW. Além disso, se analisarmos algumas cartas lançadas em suas versões “Turbo”, como Bronzong, Noivern, Trevenant… Todas suas “novas” cartas são ruins, e os decks morrem sem as versões rotacionadas do bloco XY1-XY4. Isso pode indicar que a TPCI já estava com essa coleção planejada há algum tempo.
Aqui a box “dourada” de reprints japoneses. A lista completa tem aqui: http://bulbapedia.bulbagarden.net/wiki/Premium_Champion_Pack_(TCG) REPITO: NEM TUDO QUE SAI NO JAPÃO SAI AQUI. É SÓ PARA TER UMA IDEIA.
Manectric tá de olho em você querendo se desfazer dele
Bom, dito isso, vamos passar coleção a coleção com as cartas mais importantes de cada uma que estão, para a tristeza de uns e alegria de outros, indo para o expanded. XY BASE SET |

XY 1 – Foi uma coleção que mudou bastante algumas mecânicas quando foi lançada, mas que tinha poucas cartas realmente insubstituíveis. Porém algumas, como Muscle Band, deixarão saudades eternas. Carta a carta:
Delphox
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Em ordem numérica eu começo pela Delphox. Não teve grande relevância competitiva (embora conheço alguns jogadores que amem a raposa mais que qualquer outra carta haha), mas com o lançamento da Break pode vir a fazer falta. A carta em si é ótima, mas sofre do mal do Stage2, ou seja, é uma carta boa mas lenta demais para um metagame rápido. Perderemos a Delphox logo após de lançarem sua versão Turbo. Adeus Raposinha de fogo ![]()
Substitutos: A Delphox por não ser completamente meta não tem exatamente substitutos. Tem cartas melhores haha. Shaymin é de longe a melhor mecânica de compra do formato. E Octilery é uma opção mais rápida e confiável também. E Flareon-Ex é um atacante melhor. Mas nenhuma carta une um ataque bom, uma habilidade boa e a evolução para break., com HP bacana e etc.
Greninja:

É uma carta boa, logo no lançamento de Flashfire jogava com Miltank e hoje em dia ganhou seu momento de fama com o lançamento de Greninja Break e Frogadier “Clones das Sombras”. Era uma carta que entrava no deck de Greninja Break com 1 ou 2 cópias no máááximo e não pode ser considerada uma perda irreparável para o deck. O greninja novo dá conta do recado, mas esses 30 da Water Shuriken farão falta sim.
Substituto: O Break substitui a função de dano “Sniper”, com habilidade e o Greninja da Turbo Colisão é bem melhor atacante e recua de graça. Estamos cobertos aqui.
Trevenant:

Essa sim é uma perda grande para o deck. O Trevenant “de lockar item” é a alma do deck de Trevenant e por isso o Deck sofrerá muito para sobreviver. Não vou dizer que o deck morre por que o outro Trevenant de Breakpoint tem seu charme, mas o deck só funcionava horrores graças a esse carinha que lockava items desde o T1. A boa notícia para todo o resto da humanidade é que é um deck de Item-Lock a menos para se preocupar rs.
Vale citar que o Deck de Trevenant rendeu ao Rapha Souto o top4 no mundial , categoria Sênior. Era um deck extremamente eficiente e difícil de se jogar contra.
Substituto: O Trevenant Worry Seed é bom mas não substitui o item lock. A linha de Trevenant perde muito no Standard mas continua FORTÍSSIMA no expanded. Ficamos com Vileplume como a única opção de ItemLock do formato novo.
Aromatisse:

Uma perda inestimável. Aromatisse é uma carta que jogou sempre, desde seu lançamento. Jogava com as fadas puras num deck bem tradicional ou na sua versão mais elegante, desafiadora e inteligente, o “AromaBox” que usava as rainbow energy para variar entre diversos atacantes de qualquer tipo e pegar a fraqueza de qualquer deck. Infelizmente a mecânica de mover energias (inclusive especiais como a Rainbow e Double Dragon), se acaba com a rotação dessa carta.
Substitutos: Fica o Golduck Break que move qualquer energia básica , mas não as especiais, além de ser mais lento. Infelizmente a perda de aromatisse não tem substitutos a altura.
UPDATE: É amigos, foi anunciada uma nova carta da próxima geração que cai nessa categoria perfeitamente. Será a Lunala GX. Ela move energias psíquicas entre seus pokemons (não somente básicas) . Será que veremos alguns “LunaBox”? Eu acho que sim ?

Cassius:

Cassius é um trainer que foi pouco usado, mas quando entrava bem no deck, poderia ganhar um jogo. Muitos decks de Toad-Puff utilizavam-no como maneira de “curar” o sapo e não perder a energia. Além é claro do deck de Wailord que usava os Cassius de maneira bem incômoda haha.
Substitutos: Não tem. Ninja boy não pode ser considerado substituto uma vez que o pokemon é recolhido e substituído por um novo, mas o dano fica. Infelizmente decks que precisariam de um Suporte para limpar dano ficarão órfãos.
Hard Charm:

Era um itemzinho que foi útil em muitas ocasiões, fez o deck de donphan “morrer” quando combinou-se Hard Charm com Yveltal-ex. Entrou em vários decks defensivos ao longo destes anos de formato porém não teve reprint e dá adeus ao standard.
Substituto: Para a função defensiva tivemos o lançamento de Assault Vest , que reduz ainda mais dano porém, só de pokemons com energia especial. Não dá pra dizer que dá na mesma, mas é um item bem mais estratégico e que pode ser mais forte que o hard charm.
Muscle Band.

Não tem nem o que falar. 20 de dano a mais era muito bom, fechava os nocautes, permitia um pokemon mediano ficar bom, um bom ficar excelente. Um excelente virar um monstro. Muscle band era obrigatória na maioria dos decks
Substitutos: Tem Fighting fury belt , que em pokemons básicos é BEM melhor que muscle na maioria dos casos. Mas e os evoluídos? Não tem nada para eles. Muscle band deixa um buraco no formato, é uma das cartas mais importantes que caem.

Muscle band: Transformando ataques fracos em ataques fortes desde 2014
Roller Skates:

Já foi o tempo de usar eles para acelerar algo. Mas era um item bacana apesar do coinflip. Seu ultimo print foi em Força Fantasma, então rotacionou, ?
Substituto: Aqui não tem nem o que falar. Temos tantas opções que não dá nem pra sentir falta dos Patins. Tem Acro Bike, Trainer’s mail e o próprio UltraBall + Shaymin .
Shadow Circle:

Apesar do estádio ser meio esquecido, ele servia para tirar fraqueza “De qualquer pokemon com uma energia dark”. Isso significa que qualquer deck com uma energia dark, e não apenas pokemons dark se beneficiariam dele. Serviria por exemplo em um Mega-Ray com Yveltal, e o mais legal, em decks de dragão, a double dragon com esse estádio tirava fraqueza por contar como energia dark também. Alem claro, de tirar a fraqueza elétrica do Yveltal-EX, que foi a intenção do estádio no começo rs.
Substituto: Nenhum. Nenhum estádio tem uma habilidade abrangente como essa, e não há mais mecânicas para tirar fraqueza. Resta colocar Reverse valley nos decks dark e partir para o ataque.
Flash de Fogo

A coleção dos Charizards, megas e etc. É uma edição com pouca influencia competitiva e muita influência para colecionadores, visto que os Mega Zards tem um preço bastante crescente. Nenhum Ex dessa coleção tinha ou teve competitividade relevante, a não ser o Charizard Combustion Blast, que teve reprint. Então seguem as demais cartas:
Shiftry

Shiftry não era exatamente um colosso do competitivo, mas é uma carta muito forte e agora temos um novo Shifiry na Cerco de Vapor que poderia fazer par com esse em decks de planta com Forest of Giant Plants. Esse shiftry além de um ataque forte , possivelmente 1 Hit-KO, acelerava compra.
Substituto: Nenhum. O novo Shiftry é bem interessante para usar em conjunto com Yanmega e Judge, mas uma ou duas cópias dessa versão poderia criar um deck mais rápido com essa aceleração e com possibilidade de 1hit-ko quando preciso. Lamento a saída dele, por que eu acho que jogaria com Yanmega tranquilamente.
Pyroar:

Pyroar teve seus dias de glória há muito tempo. Na época que que Virizion-Genesect ainda era um deck quase imbatível, que os megas não tinham Spirit Link (e por isso pouco usados), Pyroar veio estragar a festa de decks só de básicos. Depois ele entrou em desuso, pois Garbodor virou obrigatório em muitos decks, e depois lançou-se Hex Maniac e não dava mais para confiar na habilidade. Agora com seu Break sendo lançado, poderia ver algum jogo. Dará Adeus antes de qualquer chance.
Substituto: Nenhum pokemon tem a mesma habilidade, mas o Jolteon se defende de básicos com maestria, e a menos que o oponente use um suporter (Lysandre, Ranger) ou alguns itens (Catcher ou Escape Rope), o efeito não é facilmente cortado. De qualquer forma, Pyroar era um grande pokemon defensivo.

Pode descansar Pyroar. Esperamos uma volta em breve!
Milotic

Por que diabos eu coloquei essa milotic se ela nunca viu jogo? Por que ela poderia talvez conseguir isso após Steam Siege. Sua habilidade energiza MUITO um pokemon não-ex ao custo de um prize. Esse “não ex” que estragava a carta né? Mas com ninja boy isso poderia criar uns combos meio fortes, não seria um setup simples, mas por exemplo, o Regirock Promo poderia segurar as energias e no turno seguinte receber um ninja boy pra Groudon, evoluir e sair destruindo universos. Ou até mesmo energizar o mesmo regirock para um deck de Mega Gardevoir ou Xerneas Break. Bem, expanded pode ser uma possibilidade, inclusive com Life dew para evitar a troca de prize. Quem sabe?
Substitutos: Ah, nem é uma carta boa para precisar de substitutos, mas tem carbink break, baby volcanion e tantas outras acelerações que não fará falta.
Durant

Esse Durant merece ser mencionado pois era a única carta do Standard que reduzia a mão do oponente obrigando-o a descartar. Entrou no deck de Wailord no lugar de Hugh que caiu ano passado, e o deck teve seu momento nessa temporada, vi o Guto Wada topar de Wailord em um regional e as Durants eram aquela surpresa que pegava oponentes mais desavisados.
Substitutos: Nenhum. Quem chega mais perto é Delinquent, mas se a mão do oponente estiver gigante só vai te restar dar um “N” e deixar ele embaralhar tudo de volta.
Druddigon

Um pokemon meio subestimado mas que foi bem usado nessa temporada. Era um forte elemento surpresa, tinha um dano ideal para adicionar uma muscle band e matar um shaymin. Enfim, era a melhor opção de resposta imediata para um nocaute trágico. Só de ter no banco já assustava o oponente. E pior ainda quando vinha direto da mão no mesmo turno , quando se subia um pokemon com recuo grátis, aí baixava da mão o Drudigon com muscle, DCE e Lysandre, e PLAU, 2 prizes do seu oponente. Nada mais tem essa versatilidade no formato.
Substitutos: Todos os pokemons com “Revenge” são Stage 1 ou precisam de 2 energias, então a lenda Drudigon cai e leva junto sua utilidade.

‘A vingança nunca é Plena, Mata a alma e a envenena” – Adeus Druddigon, vai ser vingativo no expanded.
Dragalge

Sua maior época competitiva foi com Toad/Laser, mas vale a menção pois é a única carta com habilidade que previne recuo e isso às vezes rendia estratégias legais. Com sua queda não dá mais para prevenir recuo.
Substitutos: Alguns ataques previnem recuo, ou sleep/paralyze, então talvez dê para usar um Hypno para deixar dormindo e torcer para o melhor.
Miltank:

Essa fará falta. Um ataque extremamente barato e útil, entrava como parceira em vários decks de stage 2, viu alguma competitividade logo que lançada, ao lado de greninja numa época sem muitos item-lock. Depois foi usada como parceira de vileplumes, o que seria sua melhor utilidade pois com a queda de Toad e Trevenant, a Plume é a única opção restante de Item-Lock. Miltank era um pokemon forte, rápido e com o parceiro certo (Whitney?) podia fazer estragos fortes.
Substituto: Nenhum.

Admita: Você tinha medo da Miltank por causa da Whitney.
Blacksmith:

A maior perda da coleção. Era a carta mais versátil para fire, possibilitava acelerações incríveis de enrgia já no T1, e com a chegada de Volcanion-Ex chega a escorrer a lágrima de pensar que ela não está mais no formato.
Substitutos: Nada se equipara, mas o Baby Volcanion possui uma aceleração mais lenta (oi?), associada ao ataque. Então significa um setup mais lento para fire, mas com mais dano.
Sacred Ash
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Sacred Ash é um item fantástico que ajuda a renovar recursos e economizar espaço no deck. Em decks com techs por exemplo, pode renovar 5 recursos ao custo de 1 carta. Entrava sempre em decks com Bats, e era um absurdo no deck de Rayquaza.
Substitutos: Mais versátil e menos potente, fica a Super Rod para fazer o papel de renovar recursos.
Trick Shovel
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Trick Shovel foi durante um bom tempo o único item que podia manipular o deck do oponente e descartar cartas dele. Esse item entrou muito bem no deck de Wailord como um elemento surpresa, às vezes o oponente segurava o deck todo na mão e esperava sobrar 2 cartas para usar N, Shauna, Birch, etc e embaralhar tudo de volta. Aí você usava trick shovel e zerava o deck dele antes.
Substitutos: Rocket’s Handiwork faz algo semelhante, mas é supporter e depende de moeda. Infelizmente.
Startling Megaphone:

É… caindo megafone (e Xerosic) não temos como tirar item. E como muitos já estão temendo, isso além de significar que os itens estão seguros nos pokemons, significa que Garbodor será imparável. Oremos.
Substitutos: Nadica. Não fica nada para tirar tool.
Punhos Furiosos

Aqui o coração começa a doer. Uma coleção que começou dar a cara do bloco XY, Pokemons fortes, e claro o Rei Seismitoad é da coleção e está de partida! Carta a carta:
Dedenne:

Como essa ratazana era legal haha. Uma energiazinha e causava 20 para cada energia no oponente. Isso era a maior matadora de Yveltal-ex, além disso era uma boa Starter, podia fazer um setup em caso de desastre. Mas o tipo elétrico e o ataque barato fazia dela uma resposta absurdamente feroz contra atacantes com fraqueza como Lugia Ex, Yveltal Ex e até Mega Rayquaza.
Substitutos: Nada tem a mesma força sendo básico. O raichu volta a ser uma opção viável de atacante elétrico com energia incolor (Double), mas eu aposto em Zebstrika sendo uma tech dominante no formato. Vale lembrar que com ninja boy, se você substituir algo do banco que já estava lá a 1 turno por um Pikachu ou uma Blitzle, eles já podem evoluir.
Lucario Ex

Ele não era excepcional como um Landorus-ex por exemplo. Mas era forte, rápido e com a ajuda de Strong, Muscle, Estádio, conseguia altos danos e bem rápido. Seu segundo ataque ajudava a encher a mão e era excelente. Brilhou bastante com Bats nessa temporada e eu mesmo gostava muito de jogar com esse deck, mas sua fraqueza a Pumpkaboo Psíquico acabou dificultando sua vida.
Substituto:
Zygarde-ex veio “parecido”, sem o Cockecrew Smash para encher a mão, mas com 10 de HP a mais o que é FANTÁSTICO. Lucario se aposenta mas deixa o tipo Fighting bem representado.
Mienshao

Não dá pra dizer que foi irrelevante, pois chegou a ter um meta-share absurdo nos primeiros regionais do ano e garfou o Segundo Lugar com o Rodrigo, na Comics. Foi rápida sua aparição, mas foi decisiva. Com a ajuda de Focus Sash, e um ataque de 1 Energia, as adições de dano do tipo lutador, foi o Hit-and-Run dessa temporada, não teve o mesmo sucesso de Donphan, mas teve seus dias.
Substituto: Não fica nenhum pokemon parecido e com a queda de Focus Sash, o tipo perde muito.
Landorus:

Era a aceleração de Lutador, bom HP, básico, era um bom companheiro para decks mais pesados. Jogou com Groudon, e até com Mega-Mewtwo X (que usa energia lutadora).
Substituto: Carbink Break dá conta do recado com os lutadores, apesar de precisar de evolução, todo o resto compensa.
Hawlucha:

Era um atacante básico quase que onipresente em decks lutadores, forte demais. 1 Energia podia atacar até 120 com muscle e estádio. Ou com Focus sash, 2 ataques de 100. Passava resistência, recuava de graça, sério, simplesmente um dos melhores pokemons que caem.
Substitutos: Nada se iguala ao papagaio.

Minha cara quando eu dava 120 num Ex no T-1 e ainda sobrevivia depois .
Dragonite Ex

Não foi muito competitivo, agora no finalzinho dessa temporada surgiram alguns decks de Dragonite Bats, pois com Elixir e Double Dragon sua energização era rápida e eficaz, e FFB acabava tornando-o um tank . Sua queda é triste num momento que surge o Ninja Boy. Um Dragonite poderia entrar em campo, puxar todas energias para si e ser substituído. Triste cair…
Substitutos: Nada pode fazer esse papel, a habilidade dele era bem útil, com um ataque meia boca, mas esse combo com ninja boy não verá jogo.
Noivern

Essa carta não era mais que uma boa rogue mas vi muita gente dar dor de cabeça pra deck Tier 1 com Noivern em regionais e afins haha. Com a Break, o deck era até que legal de se jogar, a habilidade é bem engraçada, mas nunca dá para confiar em coinflip para ganhar nada, e era isso que essa carta fazia. Seu ataque espalhava dano na board e para nocautear a noivern, precisava um coinflip.
Substitutos: Para espalhar dano temos o Trevenant break que é até melhor, e para evitar o dano, não há nenhuma habilidade semelhante.
Seismitoad EX

O Rei do Standard. Dominou o Metagame por 50% de seus dias de Standard e os outros 50% foi tier 1. Uma carta forte demais, lock de item com um pokemon com 180 de energia, custo de 1 DCE, enquanto tinha Laser/Virbbank/Trump Card foi quase imbativel. Depois com bats, se manteve perigoso sempre, começou a temporada como Tech em alguns decks como o IceMegman e terminou como tier 1 com o Waterbox/TurboToad
Substitutos: Nada é forte como o toad. O Lock dele, até surgir “Pokemon Ranger”, não podia ser quebrado de jeito nenhum. Seus dias de glória infelizmente se encerram no Standard

“Quacking punch”, pode jogar.
Fighting Stadium:

Esse estádio era uma das adições de dano dos lutadores que fazia muito estrago. Entrava em quase todos decks lutador, como Lucario bats, Garchomp, Groudon e etc.
Substitutos: Nenhum estádio do formato adiciona dano, mas os Regirocks podem ser considerados um daninho a mais para o tipo.
Focus Sash

Carta apelona demaaaaaaaais. Evitava 1-hit Ko e com isso podia tornar a partida extremamente favorável ao tipo lutador. Os únicos jeito de inutiliza-los eram com Bats, Poison ou remoção de tool e houveram épocas que foi obrigatório utilizar Techs contra focus sash. Viabilizava decks lentos do tipo lutador, viabilizava atacantes com pouco HP como hawlucha e até medicham em algumas situações.
Substitutos: Não fica nada no formato com esse poder.
Korrina:

Um dos supporters mais eficazes do formato, apesar de ser só para lutador, era praticamente obrigatória ter 2 a 4 cópias em todos os decks do tipo. Seu efeito era simples mas muito versátil, buscando um pokemon e um item, podia por exemplo ajudar um setup buscando seu atacante, e pegar uma Ultra Ball para Shaymin e te tirar da zica, ou Um vs para o turno seguinte, ou um rare candy e acelerar os stage 2.
Substitutos: Nenhum suporter tão específico. Resta usar Sycamore, comprar 7 e rezar !

Também vamos sentir saudades, Korrina
Super Scoop UP

Era um item bastante usado em muitos decks, boa parte dos decks que necessitavam renovar habilidades como Bats, Shaymins, Milotic PRC e etc. O Fato dele voltar as energias e tools ligadas ao pokemon o tornava uma carta que quando dava “cara” na hora certa , uma carta que podia ganhar o jogo. E uma coroa um motivo de raiva e uma ótima desculpa pra justificar uma derrota hahaha.
Substitutos: Caindo ele, Cassius, AZ… não sobra nada para subir os pokemons para sua mão, então para limpar seu campo de cartas indesejadas no banco, só fica Parallel City ou Ninja Boy. Para des-evoluir fica Devolution Spray. E curar só max potion.
Tool Retriever

Conhecido também como “mãozinha”, ele servia para tirar o tool de dois pokemons. Servia para tirar Spirit Link de um Mega, para tirar Head Ringer e…. só. Não via grande competitividade, entrava principalmente em decks de Mega-Manectric para viabilizar uma muscle no Mega e aumentar o dano, e reciclar os links entre outros pokemons.
Substitutos: O novo Weavile faz o papel maravilhosamente bem.
Força Fantasma

Na minha humilde opinião é uma das melhores coleções dos últimos anos, com mais cartas boas, e pouquíssimas cartas que não jogaram. Um dos boosters com melhor custo-benefício, pois apesar de não não ter nada tão caro como um Shaymin-ex ou um Jolteon-ex, não tinha cartas ruins, tinha MUITOS trainers Staples, energias especiais boas, estádios bons. Basicamente abrindo duas box de phf você tinha base de trainers para qualquer deck, fora as ex. É a coleção que caiu que realmente vai mudar o formato.
Pyroar

Pyroar phf era uma carta bem forte em decks de fogo, e transformava um ferreiro e dois Lysandres com sua habilidade.Ou uma energia do turno. Enfim, era uma habilidade ótima. Era bem útil para “Stall” , pois permitia trocar o ativo do seu oponente diveras vezes sem usar suporter, mas não jogou muito por não terem tido muitos decks competitivos de fogo. O melhor jeito que usei e vi usarem foi no deck de Houdoom-Mill, com objetivo de zucar o oponente mesmo, mas com criatividade já vi até usarem em decks com Reshiram Dragão/Giratina.
Substitutos: Como habilidade tem o poderoso HELIX , o Omastar Break. O difícil é colocar ele em jogo haha Como itens, o reprint de catcher, como suporter, o bom e velho lysandre.
Manectric

Um atacante rápido, com um sniperzinho de 20, tipo que batia em muitas fraquezas, com pouca energia fazia estragos grandes. Jogou tanto com seu mega quanto sem, no maravilhoso manec-bats que foi um deck importante na temporada.
Substituto: Não vejo nenhum ex elétrico com a força e velocidade dos Manecos.
Mega Manectric
Uma das melhores cartas do antigo formato , ataca rápido, energiza, recua de graça, se cura com estádio, tem um HP considerável e se bobear faz até cafézinho. Começou a temporada como tier 1 com o Manec/Waters , teve uma decaída com o counter de lucario/bats, mas voltou com certa força com o ThunderCats, que tinha raikou e jolteon. Nenhum Mega que fica é tão bom e versátil. Infelizmente é uma perda para o formato, pois não era um deck apelão como um night march da vida, mas sim um deck divertido.
Substitutos: Nenhum. O Mega elétrico que sobra é o Ampharos, então RIP. Haha
Joltik & Amigos .

Nem preciso dizer. Alguns comemoraram que essa praga caiu e outros lamentaram, a verdade é que isso muda completamente o formato. Você pode novamente jogar com um deck que requer setup de 1 turno sem a certeza que vai perder por que NM é rápido demais. Por outro lado, era um deck bem barato e eficiente, que fez que muitos jogadores montassem seu primeiro deck competitivo e jogassem a temporada toda com o melhor deck da temporada. Trouxe bastante jogador novo para os torneios. Mas era um deck sem muito equilíbrio, ganhou mais CPS que quase todos os outros decks juntos nos regionais americanos, e virou um deck que ou você jogava com ele, ou montava um counter. Dominou o cenário por 1 ano todo.
Substituto: Nenhum deck tem esse poder de com um básico já sair atacando 180 no t1 com tanta consistência, espaço para techs, e troca de prêmios favorável.

Night March, onde um Joltik de 30 de vida te dá mais medo que um Mega-Charizard.
Crobat

Era um splash de dano que foi presença no metagame de toda a temporada. Teve uma decaída agora no final devido ao formato estar cada vez mais e mais rápido e pelo fato de FFB adicionar muito HP aos básicos, limitando o poder dos bats. Mas desde o lançamento foi protagonista, com Landorus-bats, Raichu Bats, Lucario bats, Toad-Bats, Manec Bats, e Vespa/Yveltal/bats, Wobb/bats e o inusitado Dragonite-Bats, ou seja, quase tudo com bats. Eu acho que não era uma carta nociva ao formato e que adicionava possibilidades a muitos decks, requeria bastante cálculo para usar além de ocupar um espaço absurdo no deck. Mas há quem detestasse os morcegos. Além disso o ataque deles era extremamente útil, por também poder ser usado no banco, e com uma incolor, que virava zero com o estádio.
Substitutos: Bem, os Alakazam/mega tem esse splash de dano, de forma não tão eficiente por requerer o link. O Greninja Break também tem esse dano com habilidade. Mas nenhum é rápido e simples como os bats. A falta do crobat pra mim significa a aposentadoria da linha.
Gengar-ex

Gengar-Ex teve seus melhores dias a mais de um ano. Era um deck bater e correr , que Funcionou bem com Virbank e trevenant, como um counter te Seismitoad pois maximizava o dano do Gengar e negava prizes. Atualmente não temos mais decks de negar prize com essa função de ir para o banco.
Substituto: Nenhum. Nesse metagame novo com Mewtwo-Ex sendo mais dominante, seria um deck interessante para se jogar.
Malamar –EX

Malamar tinha uma ótima habilidade e um ataque forte, mas baseado em sorte. Sua habilidade funcionava muito bem com decks que moviam energia como aromabox, e que energizavam como M-Sceptile. Sua habilidade colocava status no oponente sem nenhuma dificuldade, e fará falta em alguns decks.
Substitutos: Os mais aconselháveis para substituir são o Hypno , que coloca o oponente e seu próprio pokemon para dormir, mas requer muito mais setup por ser uma evolução e também requer algo para tirar seu próprio pokemon do sleep.
Bronzong

Uma das maiores perdas da rotação e uma das cartas mais versáteis do meta. Bronzong energizava seus pokemon metálicos rapidamente, reciclava energias descartadas com atacantes brutos com Tyrantrum-Ex, Genesect-Ex, Dialga-Ex e etc.
Substitutos: nenhum. Na minha opnião isso decreta a aposentadoria dos decks de metal.

Tinha que cair logo agora poxa?
Dialga

Dialga era o principal atacante metálico até um tempo atrás. Tinha uma função de lock com o primeiro ataque e um ataque 1hit-ko , usando uma muscle com o segundo. Sem muscle ele acabaria sendo um pouco inútil. Sua rotação não compromete nenhum deck.
Substitutos: Genesect-ex é melhor atacante, e Tyrantrum-Ex mais ainda mas sem bronzong não dá para continuar com esses descartes de energia brutais.
Heatran

Heatran era um atacante não-ex para os decks de metal (Bronzong). Era quem conseguia passar por safeguards da vida. Era um atacante bom ,mas nada absurdo.
Substituto: O novo Cobalion de Steam Siege tem sido usado com sucesso e é muito bom.
Aegislash-Ex

Aegislash Ex era uma carta que só por existir já era perigosa. A Maioria dos decks que rodava só energia especial (VespaPlume, NM e etc) precisavam obrigatoriamente ter algo para lidar com ele, mesmo que nem todos os decks o utilizassem. E essa é maior perda com a queda dele. Agora poderemos ter decks que só usem literalmente energia especial sem medo de ser feliz. Quer montar um deck de Mega-Steelix com 4 Strong / 4 Shield / 4 Double? Fica a vontade. hahaha. Se tem martelo, tem também Special Charge. A queda de Aegislash permite isso.
Substituto: Nada. Nenhum pokemon inutiliza os atacantes que dependam de energia especial.

Oh, e agora, que poderá nos defender? (De energias especiais)
Florges-EX

Era uma carta boa até, um atacante tipo fada bem rápido. Com SkyField cheguei a testar algumas variações dela como um Mega-Rayquaza ruim, mas a não dava certo hahaha. Como seu ataque depende do seu banco ser com pokemons planta ou fada para o ataque ser forte, o deck inviabilizava Hoopa/Shaymin e não rodava bem. Em decks de fada, era interessante mas não mortal. O HP da Florges sempre foi seu ponto fraco.
Substitutos: Muitos. Florges era um atacante secundário em decks de fada que funcionaram até um formato anterior, quando se tinha exeggcute e um formato mais lento. Agora temos por exemplo Xerneas Break para atacar. Florges não fará falta em nenhum deck.
Slurpuff

Só de olhar pra ela já dá vontade de falar “Tasting” e comprar uma carta. Haha
Slurpuff à primeira vista é uma carta normal. Mas seu poder de aceleração já fez ela ser uma das cartas mais procuradas (e caras) sem ser ex de sua época. No deck de Toad-Puff ou com Eggs, era a melhor alternativa para acelerar o jogo. E então surgiu Shaymin e ela foi caindo em desuso até ficar quase esquecida. Mas vale dizer que para algumas situações ela era muito boa e Shaymin nenhum faria o que ela fazia. A compra da Slurpuff era garantida, mesmo que você tivesse 15 cartas na mão. Às vezes você tem 15 cartas na mão mas não tem o que você precisa. E era por isso que Toad/Puff era tão forte. Eu cheguei a usar Puff numa versão meio retardada de de Yveltal/Gallade/Zoroark sem shaymin que eu montei, para melhorar a troca de prize contra March. Como o Gallade deixava eu ordenar meu deck, a Slurpuff era uma compra SEMPRE útil, mesmo que eu tivesse com a mão cheia. Era bem divertido!
Substitutos: Sua queda não dói nada, temos Octilery e Shaymin no formato e eles são pokemons excelentes para acelerar o jogo. E Hoje em dia é difícil se ter um deck que mantenha mais de 5 cartas na mão, e por isso ambos dão conta do recado.
AZ

Um dos suporters mais usados, tinha muitas utilidades, como reciclar uma linha de morcegos, curar um pokemon prestes a ser nocauteado (RIP Wailord), e ser um “switch” de luxo quando o oponente acertasse um Lysandre pra atrasar seu jogo. O combo com Vs Seeker era o que fazia dele uma carta magnífica, e sua perda é bem dolorida para a consistência dos decks. Um Az com um Shaymin virava uma Bianca. Era realmente um suportter bastante versátil e obrigatório em quase todo deck.
Substituto: Acreditem, a única opção que se tem para usar AZ na sua modalidade de Switch é Olympia e isso é muito ruim hahaha. A carta não tem a versatilidade nem a consistência de AZ. Nenhum outro Suportter (ou carta) pode subir um pokemon para a mão. Se quiser tirar um shaymin por exemplo do jogo, será com ninja boy. Se quiser curar, será com max potion. Se quiser usar switch, será com a própria switch, float, ou Olympia. Volte logo AZ.
Battle Compressor

Era pra ser um compressor, mas pra mim parece um retroprojetor. ¯\_(ツ)_/¯
Na minha opinião, a maior perda do formato. Compressor era uma ferramenta muito versátil. Quando idealizaram a carta, provavelmente pensaram apenas no Night March, que era um dos “temas” da coleção. Mas ao longo desses 2 anos ela se mostrou muito , mas muito mais útil que isso. Combando com VS Seeker, qualquer suporter que você usasse 1, poderia virar 4, pois você jogava aquele suporter no descarte e de 1 chance em 60 de usá-lo, você passava a ter 4, 3 chances em 60, usando através do Vs Seeker. Era uma questão de probabilidade mesmo. Ou caso tivesse o VS na mão e o Compressor também, poderia buscar qualquer supporter no deck. Além disso, servia para “afinar” o deck, ou seja, descartar o que não ia te servir tão cedo (ou nunca) na partida, como um enhanced hammer contra um deck que não usa energia especial. Ou digamos que você descartou um stage 1, um octilery por exemplo, e não vai mais recuperá-lo, você jogava o remoraid no descarte e evitava um “draw morto”. Por último, era a carta essencial para viabilizar “Archie” e Maxie”, pois servia para buscar o Pokemon que você queria “ressucitar”, jogar no descarte, jogar o suporter no descarte e então reduzir sua mão para 1 vs seeker e usar o Maxie/Archie. Falar parece mais fácil que fazer, mas era um combo poderoso, Maxie/Gallade foi um deck bastante dominante durante uma parte do formato antigo. Todas essas possibilidades se acabam com a queda do Compressor.
Substituto: Nenhum.

Todo mundo rezando por um reprint
Dimension Valley

Uma outra enorme perda para o formato. Esse era um estádio que viabilizava muitos decks, muitas cartas, muita coisa. Diminuit o custo de ataque de todos os pokemons de um tipo é um efeito forte, e em psíquico isso era ainda mais legal, contando que temos Mew, e tínhamos Mew Ex para copiar outros ataques e reduzir seu custo também.
Substituto: nada. Essa aceleração/redução de custo caiu junto com o Vale.
Head Ringer e Jamming Net


Foram as únicas cartas dos últimos formatos (na verdade, as únicas que eu conheço) que se ligava no pokemon do oponente. Isso era MALIGNO uma época. Quando Seismitoad era o deck dominante e só rodava 4 doubles, levar uma Head Ringer no t-1 poderia significar game loss. Além de não conseguir atacar, não ia conseguir ligar muscle e não ia conseguir recuar com float. O metagame atual tinha perdido um pouco de espaço para essas tools pois eram ligadas só em EX (e os decks de não ex eram dominantes), e haviam 3-4 decks de item lock. Mas é um efeito único, e no próximo formato seriam bem jogáveis, já que se prevê bastante dominância de decks com mega-evoluções e uma head ringer iria negar o uso de spirit link.
Substituto: Nada
Robo Substitute

Assim como os antigos Fósseis, é uma tool que conta como pokemon, não dá prize e pode atrasar a vida do seu oponente. Não tem nada mais no formato com essa função e isso é um pouco triste, pois era uma carta que permitia um setup mais demorado sem perda de prizes.
Substitutos: Nenhum
Eu gosto mais desse Substitute ?
Steel Shelter

O estádio era bem útil para previnir status usando apenas uma energia. Teve sua época de anti-meta contra Toad/Lasers e depois caiu em desuso. Mas ainda assim era um boa maneira de prevenir status.
Substituto: O novo estádio Chaos Tower e All-Night Party podem muito bem dar conta do recado.
Target Whistle

É uma carta bastante traiçoeira, que viu seu principal uso em night march por ser um deck que “tinha espaço” e também cresceu muito depois de Shaymin virar a staple que é. Buscar um pokemon no descarte do oponente e colocar ele no banco é um efeito MUITO forte, pode realmente ganhar muitas partidas, ainda que se use uma cópia só no deck. Podia ser usada também para encher o banco do oponente e atacar de Zoroark, em algumas situações bem específicas. Mas seu efeito era devastador.
Substitutos: Não há nenhum. O que pode manipular o banco de seu oponente agora é o “bolinho”, ou Captivating Poke-Puff. É uma carta bem forte mas que depende um pouco de sorte, pois não é um alvo específico e pois depende do que seu oponente tem naquele momento. E claro, alguns deck usam poucos básicos como Greninja, então isso torna a carta menos eficiente.
Xerosic
Escrito por: Equipe Copag
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09.2016









03.2021